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IR OU NÃO A IGREJA - EU e a FÉ!

  • 16 de abr. de 2016
  • 4 min de leitura

Essa 1a parte que lhes dou a conhecer, foi por mim recebida, através do meu grupo de Oração.

Logo mais abaixo, ao término do texto, exponho a minha maneira de viver a FÉ e buscar a comunhão com DEUS!


Pergunta: Olá Pe. sua benção! Estou com uma dúvida e penso que você poderá me ajudar. É preciso ir todo domingo ou final de semana à missa? Eu não tenho conseguido ir e minha mãe fala que é errado, porém eu penso que não adianta eu ir todos os finais de semana se não estiver bem para receber o corpo de Jesus. Gostaria de uma resposta, pois isso tem me intrigado muito! Um abraço, que Deus o abençoe. Pe. Cido Responde: Fernanda, se você entende que ir à missa todos os domingos é uma obrigação, não vá. Se você entende que ir à missa todos os domingos é bobagem, não vá.

Se você entende que ir à missa todos o domingos é muito chato, não vá.

Se você entende que ir à missa aos domingos é perda de tempo não vá.

Se você entende que não ir à missa aos domingos não é pecado, não vá.

Vá à missa todos os domingos, Fernanda, somente nas circunstâncias abaixo:

Quando você entender que ir à missa é uma resposta de amor a Deus por todo o amor que você recebe dele constantemente;

quando você entender que é preciso alimentar a sua fé com a palavra de Deus e com o Pão da vida que é Jesus;

Quando você entender que você participa de uma grande família e que, quando você não vai seu lugar fica vazio na mesa;

Quando você entender que não basta ter fé, mas sim que é preciso viver a sua fé;

quando você entender que o domingo é dia de curtir a família, os amigos, a vida, mas também é dia de curtir o Deus maravilhoso que a ama de todo coração.


Sabe, Fernanda, certamente você já deve ter experimentado aquela sensação de que a missa não muda. É tudo igual, tudo repetitivo, etc.

Lembre-se, porém,

que sua família não muda e você a ama;

sua escola é a mesma, e você a frequenta;

seus amigos são os mesmos e você não se enjoa deles.


Você vai ouvir também, de muita gente, que ir à missa só vale quando a gente tem vontade. Eu também acho. Mas também acho, querida, que devemos educar a nossa vontade para querer coisas boas, que nos fazem crescer, que nos fazem felizes.


Eu particularmente achei esse texto bastante propício e reflexivo, principalmente para mim mesma. Porque já fui assim que nem a Fernanda. A diferença entre eu e ela, se dá ao fato de que não cheguei a perguntar a ninguém sobre o que achavam sobre o assunto.

Costumava dizer que ia somente, quando meu coração pedia, porque de que adiantava estar lá de corpo se minha alma estava em outro lugar.

Entretanto, sou muito verdadeira em lhes dizer, que hoje estou indo fielmente aos domingos à missa. Mas lhes digo também que, encontrei um sacerdote de DEUS que fala a nós fiéis, como um irmão mais velho.

Ele trabalha a Palavra, com a simplicidade necessária para que todos a compreendam, sem rebuscamentos e palavras difíceis, já que a assembléia que o ouve é visivelmente diversificada. Como o é em todas as paróquias e em todas as religiões.

Porque apesar de a assembléia ser diversificada e ter missas em vários horários, o sacerdote nos torna próximos realmente como família, pois nos trata a todos, pelos nossos nomes.

Não me convém àqueles que nos fazem sentir inferiores e pecadores, como se pelo fato de serem "homens de Deus", eles estivessem acima do bem e do mal. Muito menos aceito o fato, de colocarem a DEUS, como um ser superior que nos castigará sem piedade, se não cumprirmos as doutrinas, que não foram nem escritas por ELE próprio, e sim, muitos anos após Sua Morte e Ressurreição, pelos seus discípulos. Longe de mim questionar a veracidade Bíblica, o quero esclarecer, é que, o que conheço do Pai, do Filho e do Espírito Santo....é que a Santíssima Trindade é AMOR, PERDÃO, CARIDADE, BENEVOLÊNCIA, COMPREENSÃO, HUMILDADE, SALVAÇÃO.

Comungo com o fato de que a FÉ, não está atrelada a religião, a maneira como o celebrante apresenta a homilia ou a frequência com que se vai ao templo, paróquia, igreja, mesquita ou que for. DEUS pra mim é maior que isso.

E o que nos aproxima ou afasta, é exatamente a maneira com que conseguem nos envolver com a Palavra. O quanto estamos desarmados e de peito aberto para conhecer todos os dogmas que nos deixaram.

Quem conhece um pouco mais de mim, seja através de meus textos ou da convivência diária, sabe o quanto sou infinitamente agradecida a DEUS, pelas bençãos em minha vida. Que deixei a mágoa e o rancor de lado, porque consegui entender que ao perdoar alguém ou alguma situação incômoda, estava antes de tudo, fazendo bem a mim.

Ao abrir meu coração para O receber, também compactuei com a certeza de que tudo o que faça ou deixe de fazer, será julgado e cobrado diretamente por ELE.

Felizmente ou infelizmente, sou a única responsável por escolher a melhor maneira de chegar, de estar, de ficar ao SEU lado. De permitir que ELE me revigore, me fortaleça, me proteja, me guarde, ilumine, abençoe e me salve, o que estará diretamente ligado às minhas ações aqui neste plano.

Sim....eu poderia frequentar as missas, só que ao sair, se as minhas atitudes não fossem condizentes com a Palavra semeada naqueles momentos, se lá estivesse apenas para fazer figuração, realmente adiantaria? Eu posso rezar o terço, me prostrar de joelhos diariamente....mas se meu coração não estiver com ELE e tratar meus irmãos com soberba, humilhação, desprezo.....adianta realmente estar lá? Se não consegui condizer minha rotina religiosa com minhas ações?

Dentro da história da Humanidade, tivemos alguns nomes que verdadeiramente se dedicaram ao próximo, a seus semelhantes com o respeito e a humildade, com que JESUS veio ao mundo e nos apresentou. Na atualidade, dou destaque ao Papa Francisco.

Ele assumiu os erros da Igreja, em encobrir os pecados mortais de inúmeros padres pelo mundo, de existirem Encíclicas que distanciavam mais, do que aproximavam aos fiéis. Ele se reúne como um igual, quando anda pelas ruas do Vaticano e senta a mesa para comer com os pobres.

Apesar do poder que ele tem sob seus ombros, em sua vida, ele não se tornou intocável.

É isso que eu chamo de homem de Deus!

É isso que o sacerdote, da paróquia que eu frequento é.

Humano e pecador, como eu e você. Como qualquer um de nós.



 
 
 

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