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E EU ME PUS A PENSAR....

  • 12 de set. de 2016
  • 3 min de leitura

Eu conheço pessoas pobres que, apesar de tudo, distribuem sorrisos. E são felizes assim, até o último de seus dias, porque ser pobre não é sinônimo de ser infeliz! Conheço pessoas ricas, que dividem seu pão, e ganham uma pedrinha a mais, na balança "comercial" de Deus. Conheço pessoas que sofrem, que apesar de tudo, comunicam alegria. Porque acreditam na fé, se fortalecem na fé, transpiram fé e fazem de sua dor, uma bálsamo de exemplo aos outros. Conheço pessoas incompreendidas , que sabem compreender. E apresentam seu exemplo para que assim se tornem lá na frente compreendidas. Eu conheço pessoas pacíficas, que caminham levando a paz. Conheço pessoas sábias, que levam o entendimento a toda parte. Conheço pessoas bondosas, que a todos têm o que dar. Pois nem todos precisam de bens materiais. Por vezes basta um sorriso, um olhar, um aperto de mão, um abraço para se curar ou renovar as esperanças de alguém. Conheço pessoas injustiçadas que souberam perdoar. E tantas outras que batalham diariamente para chegar a esse patamar, assim como eu. Conheço essas pessoas, umas de perto, outras através de leitura, de relatos, mas que a gente sabe que são de corpo e alma que nem eu e você; E desde que eu me entendo por gente me encanto com histórias, dessas que falam um pouco das características que coloquei aí acima. Quando ainda era baixinha, minha brincadeira preferida era viajar. Barbie, que nada, na minha época era a Susy mesmo! Meu negócio era fingir que as histórias que me povoavam o dia, que Narizinho e Pedrinho, Sacis e Cucas eram reais, que eu era uma rainha, princesa, que a casa estava inundando e eu tinha que salvar a todos, ou então que era uma exilada navegando sem destino no mar. Às vezes eu misturava tudo numa brincadeira só. Conforme o tempo vai passando, as pessoas superam essa fase, mas eu continuei passeando por devaneios, rindo sozinha das minhas aventuras, me escondendo nas minhas fantasias. Claro que eu mudei a tática. Como dizia minha mãe, quando eu pego um livro pra ler eu entro em hibernação. Na verdade eu mergulho de tal maneira na história que esqueço da vida. Tem momentos que me bate uma espécie de "deja vú" tão grande, que chego a me transportar de alguma maneira à epoca. Como estava sendo boba, ignorando a minha própria vida! Até tudo bem invejar um personagem, querer ser igual a ele, mas outra coisa é esquecer o sentido de respirar por algo que não é real! Na verdade, a realidade se impõe. Um dia lindo lá fora, e eu reclamando do céu que não ganhei. Mas, graças a Deus que não me abstraio da vida, nem vivo em busca do impossível. Sonhos são bem diferentes de coisas impossíveis. Impossível para mim é querer e viver a vida de outra pessoa, é passar por cima de tudo e de todos para conseguir seu sonho. É mascarar verdades para trapassear e matar. Porque a morte não é aquela que se acaba, as vezes, as pessoas morrem permanecendo vivas ao nosso lado. Tudo é tão lindo e perfeito muitas vezes, nos livros e filmes por aí afora. Mas a nossa vida, a nossa realidade é também muito, muito prazerosa. Se trabalharmos com confiança e dignidade, chegaremos aos objetivos traçados. Já diz o ditado - Deus ajuda a quem cedo madruga -, não é fácil, mas possível. Não entendo bem motivo de milhões de pessoas ficarem obcecadas pela vida dos famosos, pelos livros e filmes, pelo BBB, ou até mesmo por uma pessoa: Querem tanto viver a vida dos outros que esquecem da sua própria. É claro que eu não parei de ler, ver filmes ou de apreciar uma boa história. Mas eu vejo tudo com outros olhos, com outro propósito, porque abri meu coração, abri minha mente...aceitei Jesus na minha vida. Agora eu sei que a minha vida é bela e que o maior segredo se revela, e tudo se acalma..... o grande segredo é amar.


 
 
 

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