EXERCÍCIO DA MENTE - Positiva transformação!
- 25 de jun. de 2016
- 2 min de leitura
“O tempo pode apagar a lembrança de um corpo ou de um rosto, mas nunca a memória daquelas pessoas que souberam fazer de um pequeno instante, um grande momento…” Neste início de semana a propósito de tudo ou nada, me pego assim logo cedinho sobre quantos caminhos percorremos na mente das pessoas e as pessoas nas nossas mentes, ou ainda o quanto podemos ser transportados em memória para épocas e momentos distantes, para um passado, um presente ou para um futuro incerto. Podemos ir a lugares que jamais imaginavámos um dia chegar, percorrer milhares de quilomêtros incertos como dar voltas pela lua…

Pode ser apenas uma sensação quando pensamos em uma pessoa querida, alguém que deixou ou deixa saudade, aquele pensar que traz alguém presente, ou aquele pensar que faz presente um momento especial que ficou no passado ou que faz presente um momento que nem aconteceu, mas que nos está reservado para o futuro. Sim, podemos pensar sobre tudo aquilo que ainda não vivemos e esse pensar é o idealizar de um instante, de um porvir, de algo que sequer sabemos como poderá ser, mas que desejamos. O universo humano é fantástico, pois a nossa mente é um vasto infinito de pensamentos, e é através de todos esses pensamentos que podemos viver num paraíso ou num inferno, a escolha é sempre nossa. O que seria de nós, simples mortais, sem o pensamento a nos acompanhar? Por certo viveríamos muito mais no aqui e agora, mas quem sabe assim também correríamos o risco de cair num imenso vazio a preencher, já que não teríamos a bagagem das lembranças que em muitos momentos fazem essa grande diferença, seja a lembrança do que foi vivido, seja a lembrança no sentido de tudo aquilo que ocupa espaço no nosso pensar pelo desejo diário do que ainda temos por viver ou realizar. Claro, tem pensamentos que nos surgem que se pudéssemos apagaríamos, extinguiríamos da nossa mente afastando o tormento da alma até que caíssem em lugar comum, rumo a um passado longíquo, um passado que a nossa mente não pudesse mais resgatar, mas não é desse pensamento que me prendo agora, trago aqui, para uma breve reflexão do meu dia (sim no meu dia, porque escrevo para que possa ler e reler, meditar, refletir e optar), àquele pensar que preenche a alma, seja por nos reportar a um tempo que não volta mais, como uma infância feliz, por exemplo, seja por nos levar até bem perto de algo que não vivemos ainda, mas que, desejosamente, gostaríamos de viver. A intenção aqui, como na maioria das coisas que escrevo, não é concluir, que isso fique bem claro, quero apenas proporcionar antes de mais nada, a mim mesma, pequeno exercitar da mente, um exercício para que eu possa tirar as minhas próprias conclusões, talvez um encontro com meus insights, mas acima de tudo, o que pretendi foi rememorar o meu próprio pensar e perceber que ele me põe em completa e positiva transformação, e é nesse percurso que exercito o meu dia a dia, atraindo o que desejo e afastando o que não prentendo. O maior aliado – o nosso pensar!


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