DESANTANDO NÓS
- 2 de set. de 2016
- 2 min de leitura
Palavras podem dar passagem e práticas exercem a utopia da criança em nós.
Que tal a gente tomar coragem para desatar os nós que amarram nossas vidas? Pelo menos, podemos tentar. Não vai ser fácil...sim, claro, pode até não ser mesmo. Mas e aí, vamos desistir sem ao menos tentar?
Sabemos que hábitos são verdadeiros "nós cegos." Não se sabe onde começam nem como terminam. Atrás dos hábitos se escondem nossas verdadeiras carências afetivas.
E os hábitos que foram criados para compensá-las, acabam por nos impedir de que as enxerguemos com clareza.
Que nó danado!
Aí, nos apressamos, fazendo aquele regime maluco e conseguimos perder até a alma... Ou paramos de fumar aqueles três maços de cigarros do dia, ou de beber a dose da noite... Por vezes somos bem mais drásticos e até nos afastamos daquela pessoa que só traz dores de cabeça... Que maravilha!...
Mas, passado um tempo, volta tudo a ser como antes... E o nó vai ficando pior ainda, né?
De tudo que tenho visto, o mais interessante e simples a seguir é a receita. Sim a Receita do Nenem.... É fácil... preste atenção!
Acordar cantando... (não vale chorar nem acordar a casa toda tá?). Espreguiçar-se bastante, antes de se levantar da cama... (ainda lembra como que é?). Pegar todo dia o solzinho da manhã, de preferência, acordando mais cedo para uma caminhada sem pressa... Mostrar que quem a gente ama é muito importante para nós... Pedir colinho, sempre que possível (às vezes, a gente tem que dar também). Beber muita água e fazer muito "xixi"... Fazer primeiro, para receber depois: Muito dengo e carinho... Confiar e amar quem a gente ama, cada vez mais... Ignorar todos os chatos que não gostam de criança, de flor, de carinho, (de e-mail!), e de nós... Dar atenção a todos que se aproximam de nós, mesmo a quem acabamos de conhecer. Adorar ouvir o que as pessoas (que a gente ama) falam e respeitar o que fazem... Sorrir para todos e para a gente mesmo... E rir, rir, mas rir muito, sempre que não tiver motivo para chorar...
Quer experimentar? Depois de um tempo, você vai esquecer... Ou perguntar: Cadê o Nó...?



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